AVALIAÇÃO FUNCIONAL DA TERAPIA AUTÓLOGA DE CÉLULAS DERIVADAS MEDULA ÓSSEA, FRAÇÃO MONONUCLEAR NO TRAUMA CRÔNICO DA MEDULA ESPINAL – MODELO EXPERIMENTAL EM ANIMAIS

Autores

  • Katherine Athayde Teixeira de Carvalho Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR- Brasil/ Instituto Pelé Pequeno Príncipe - Complexo Hospitalar Pequeno Príncipe – Curitiba/PR – Brasil.
  • Emiliano Neves Vialle Hospital Cajuru - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR – Brasil.
  • Guilherme Henrique Gonçalves Moreira Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR- Brasil.
  • Julio César Francisco Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR- Brasil.
  • Rossana Baggio Simeoni Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR- Brasil.
  • Luiz Cesar Guarita-Souza Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR- Brasil.
  • Márcia Olandoski Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR- Brasil.
  • Luiz Roberto Gomes Vialle Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Curitiba/PR- Brasil.
  • Ricardo Corrêa Cunha Centro de Estudos da Performance Física – Universidade Federal do Paraná– Curitiba/PR – Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.53855/bjt.v10i1.324

Palavras-chave:

Trauma da medula espinal, Implante, Células da medula óssea, Ratos

Resumo

O implante de diversos tipos celulares tem sido proposto para o tratamento de lesão da medula espinal após trauma, visando sua regeneração funcional. Objetivos: Avaliar os efeitos funcionais da terapia autóloga de células derivadas da medula óssea, fração mononuclear no trauma crônico da medula espinal. Métodos: 70 ratos foram submetidos à lesão da medula espinal por impacção, sendo avaliados diariamente quanto à função motora, com o auxílio de escala motora de Basso, Beatie e Bresnahan a cada 48 horas, durante a pesquisa. Catorze dias depois, os animais com escore ≤ 16 foram divididos de modo aleatório em dois grupos: Controle (veículo) versus Estudo (células), aos quais foram administradas injeções no parênquima da medula espinal de acordo com o grupo, e avaliados por dez dias a partir do implante, seguido de eutanásia. As células derivadas da medula óssea, fração mononuclear, foram isoladas e obtidas por punção-aspiração da medula óssea, seguido de gradiente de densidade (d=1,077g/m3). Análise estatística: em relação aos escores percentuais, as comparações foram realizadas entre os grupos: teste não-paramétrico de Mann-Whitney, e para as comparações dentro dos grupos: teste não-paramétrico de Wilcoxon. Resultados: Dos 70 animais, 24 obtiveram escore ≤ 16, sendo submetidos à pesquisa: grupo Controle (n=11) e grupo Estudo (n=13). Destes, 7 e 11, respectivamente, terminaram a pesquisa. As análises estatísticas não demonstraram significância para ambos os testes entre os dois grupos ( p>.05). Conclusão: O implante de células derivadas da medula óssea, sua fração mononuclear não demonstrou ser funcionalmente efetiva no trauma crônico da medula espinal, no modelo proposto.

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Publicado

2007-01-01

Como Citar

1.
Carvalho KAT de, Vialle EN, Moreira GHG, Francisco JC, Simeoni RB, Guarita-Souza LC, et al. AVALIAÇÃO FUNCIONAL DA TERAPIA AUTÓLOGA DE CÉLULAS DERIVADAS MEDULA ÓSSEA, FRAÇÃO MONONUCLEAR NO TRAUMA CRÔNICO DA MEDULA ESPINAL – MODELO EXPERIMENTAL EM ANIMAIS. bjt [Internet]. 1º de janeiro de 2007 [citado 3º de abril de 2025];10(1):664-8. Disponível em: https://bjt.emnuvens.com.br/revista/article/view/324

Edição

Seção

Artigo Original